O livro enquanto experiência de leitura

Aqui no TBS, de vez em quando tem resenha, de vez em quando tem técnicas de escrita. Mas às vezes a gente também conversa e faz umas listinhas. Hoje é um desses dias.

Fonte: Claire Hummel – Tumblr – Reprodução

Toda vez que ouço falar na guerra entre livros físicos e ebooks (e, olha, eu escuto isso todo santo dia), me pego pensando sobre como essa competição é rasa. E besta. É rasa porque ela resume um livro somente à história que ele carrega. É besta porque a gente ignora realidades diferentes das nossas. Mas vamos desenvolver melhor esses argumentos contando uma historinha pessoal:

Ano passado comprei um Kindle (eu sei, eu merecia uma placa de fã número #1 da Amazon). Mas não foi uma decisão fácil. Eu, a amante ferrenha dos livros físicos, tive de admitir que os ebooks me trariam benefícios.

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Porque Abominação não é nada do que você imagina (+SORTEIO)

O texto a seguir contém spoilers de: Abominação. Depois não diga que eu não te avisei… Caso você queira participar do sorteio sem que eu estrague toda a surpresa de ler o livro, basta rolar a página até o final do post e fazer promessa do mindinho de que vai voltar aqui pra ler a resenha algum dia. ;)

Fonte: DarkSide Books – Reprodução

“- Seja lá o que possa ter feito -, disse ela, – não faço julgamentos.
Wulfric grunhiu e fez uma careta que talvez fosse um sorriso de esguelha embaixo da imundície e da barba desgrenhada.
– É uma promessa fácil de se fazer antes de ouvir a confissão -, disse ele.”

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A Mitologia Nórdica de Neil Gaiman

“É tão difícil escolher um universo favorito de lendas e mitos quanto se decidir por um prato favorito (em algumas noites queremos comida tailandesa, em outras, sushi, e às vezes só conseguimos pensar na comida caseira e simples da nossa infância). Mas, se eu tivesse que escolher um, provavelmente seria o dos mitos nórdicos.”

Fonte: northmen-themovie.com – Reprodução

Eu tento manter uma ordem de precedência entre os livros que trago para a estante. Sempre juro que lerei os mais antigos antes dos mais novos, para que não fiquem lá abandonados, muitas vezes ainda reclusos em suas embalagens plásticas. Mas como acredito piamente em receber histórias no exato momento em que estou precisando escutá-las, vira e mexe dou de ombros e acabo jogando a ordem de precedência para o alto.

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Sobre Lobo de Rua e meu encantamento com o tal do lobisomem

Quando Lobo de Rua foi publicado de forma independente, em 2015, eu já ouvia falar da Janayna P. Bianchi nos grupos de literatura que acompanhava pelo Facebook. Cheguei até mesmo a baixar o ebook numa promoção da Amazon. Só que ele acabou pegando poeira, perdido no limbo eterno das leituras pendentes. Era algo que sempre ficava para depois.

De lá pra cá, Lobo de Rua mudou de mãos, sendo relançado pela Dame Blanche (que anda fazendo um trabalho lindíssimo, diga-se de passagem). Também tive a oportunidade de conhecer a Jana – olha só a intimidade – e de trocar várias figurinhas sobre escrita com ela. E quanto mais a gente conversava, mais eu percebia que já passava da hora de reparar meu deslize: a Jana claramente era alguém que saberia fazer jus aos lobisomens.

Fonte: Dame Blanche – Reprodução

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