A teoria BuUUBA na criação de narrativas

Numa daquelas providências do acaso, coloquei minhas mãos em um exemplar de “Gamification, Inc. – Como reinventar empresas a partir de jogos” (que você pode baixar gratuitamente aqui). A proposta do livro, escrito à quatro mãos por Ysmar e Maurício Vianna, Bruno Medina e Samara Tanaka, é bem didática: como aplicar conceitos de gamificação em ambientes reais de trabalho para conseguir uma maior motivação e, por consequência, um aumento de produtividade. E o que era pra ter sido puramente leitura acadêmica, logo acabou virando pano pra manga.

Capa do livro e autores. Fonte: http://www.livrogamification.com.br/ - Reprodução

Capa do livro e autores. Fonte: http://www.livrogamification.com.br/ – Reprodução

Dei de cara com uma teoria bem peculiar: a “Boom-uau-Uau-UAU-BOOM-Ahhh”. É, o nome é esse mesmo…

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7 paradidáticos de suspense/aventura

A lista de hoje pode ser bem nostálgica para o pessoal que frequentava o colégio nos anos 80-90. Provavelmente, se você já era leitor assíduo desde o berço, deve ter lido ao menos um dos livros indicados a seguir.

Estou classificando como paradidático de suspense/aventura aqueles livros que eram recomendados na escola pelo simples prazer do entretenimento e familiarização com o mundo literário. Ficavam no meio termo entre as historinhas voltadas para a alfabetização e o primeiro encontro com os clássicos, como Machado de Assis e Jorge Amado. Eram livros narrativos, normalmente ambientados em território brasileiro e que giravam em torno de algum mistério a ser desvendado, com muitas aventuras e humor.

O maior destaque desse segmento ficou com a Série Vagalume (Editora Ática), a favorita nas escolas. Os livros começaram a ser impressos em 1972, reunindo cerca de 40 autores em seus mais de 100 títulos. Quem não lembra das capas coloridas e do simpático vagalume de boné apresentando a sinopse nas orelhas do livro?

Fonte: nerdpai.com - Reprodução

Fonte: nerdpai.com – Reprodução

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Um pouco sobre Edith Tolkien

Muito se sabe sobre a obra de Tolkien, a mitologia da Terra Média é incansavelmente debatida todos os dias pelos milhares de fãs ao redor do planeta. Mas nem todos conhecem a fundo a vida e personalidade do aclamado autor. E menos ainda são os que conhecem a trajetória de sua esposa, Edith Tolkien.

Edith - Fonte: http://www.deeprootsathome.com/j-r-r-tolkien-more-than-meets-the-eye/ - Reprodução

Edith – Fonte: http://www.deeprootsathome.com/j-r-r-tolkien-more-than-meets-the-eye/ – Reprodução

Tive oportunidade de ler recentemente “J. R. R. Tolkien – O Senhor da Fantasia”, biografia escrita por Michael White e publicada em capa dura aqui no Brasil pela DarkSide (e por falar nisso, meus sinceros parabéns pelo cuidado com a edição). Devo confessar que esse livro partiu meu coração ao mesmo tempo em que reforçou minha admiração por Tolkien.

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Bem e Mal – uma linha tênue

O texto a seguir pode conter spoilers de: Senhor dos Anéis, Harry Potter, Game of Thrones. Depois não diga que eu não te avisei…

Ao contrário das fábulas que estamos acostumados a ler durante a infância, os arquétipos de mocinho e bandido nem sempre estão claros na vida real. Dentro do nosso mundo, não é tão fácil julgar quem é fada madrinha e quem faz o papel da madrasta má.

E mesmo nas histórias infantis, as divisas entre bem e mal podem ser tênues. Taí o Shrek, um ogro inicialmente temido mas com coração de ouro, que não me deixa mentir.

Por isso, apesar de que muitas coisas podem ser representadas e compreendidas como dualidades (bem-mal, dia-noite, frio-calor, amor-ódio…), é melhor enxergar a vida sob o ponto de vista do Yin Yang.

Yin Yang Fonte: @moni158 DeviantArt - Reprodução

Yin Yang Fonte: @moni158 DeviantArt – Reprodução

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