A Rainha Vermelha: o Frankenstein de Victoria Aveyard

O texto a seguir pode conter spoilers de: A Rainha Vermelha. Depois não diga que eu não te avisei…

Sabe quando um livro tem uma legião de fãs apaixonados, vai ser adaptado para o cinema, você recebe um monte de recomendações e quando finalmente vai ler…é um balde de água fria? Sabe quando você simplesmente não entende como uma história faz tanto sucesso e começa a se perguntar se é você que está imaginando coisas e enxergando mais caroço do que angu?

É óbvio que prefiro escrever resenhas positivas (eu e toda a torcida do Flamengo), mas tem vezes que não dá. Tem vezes que é mais forte que eu, que as coisas ficam gritando na minha cabeça, implorando para serem ditas.

Fonte: Youtube e capa oficial do livro - Reprodução

Fonte: Youtube e capa oficial do livro – Reprodução

Tudo isso aconteceu comigo ontem, lendo A Rainha Vermelha, romance de estréia da trilogia da Victoria Aveyard. Antes de dissecar o livro e explicar todas as minúcias que me fizeram torcer o nariz pra história, peço desculpas adiantadas aos fãs e relembro que não sou nenhuma crítica especializada, e apenas compartilho minhas opiniões baseadas em vivência e experiência literária. Ou seja, opinião pessoal é bom e a gente respeita: as nossas e também as dos outros.

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