Porque Abominação não é nada do que você imagina (+SORTEIO)

O texto a seguir contém spoilers de: Abominação. Depois não diga que eu não te avisei… Caso você queira participar do sorteio sem que eu estrague toda a surpresa de ler o livro, basta rolar a página até o final do post e fazer promessa do mindinho de que vai voltar aqui pra ler a resenha algum dia. ;)

Fonte: DarkSide Books – Reprodução

“- Seja lá o que possa ter feito -, disse ela, – não faço julgamentos.
Wulfric grunhiu e fez uma careta que talvez fosse um sorriso de esguelha embaixo da imundície e da barba desgrenhada.
– É uma promessa fácil de se fazer antes de ouvir a confissão -, disse ele.”

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Labirinto: significados e a magia nos anos 80

O texto a seguir pode conter spoilers de: Labirinto. Depois não diga que eu não te avisei…

“Rei dos Duendes!
Rei dos Duendes!
Quero que seja assim:
Venha e leve esta criança
Para bem longe de mim!”

Fonte: The Odyssey Onlin – Reprodução

Como já bem dizia  C.S. Lewis, uma história infantil que só pode ser apreciada por crianças não é de maneira alguma uma boa história infantil. Labirinto, filme de 1986 concebido e produzido por Jim Henson, está longe de agradar apenas aos telespectadores mirins.

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The Kiss of Deception: dois homens que são um só

O texto a seguir pode conter spoilers de: The Kiss of Deception. Depois não diga que eu não te avisei…

Ok, ok. Vocês me convenceram a ler The Kiss of Deception. Agora me segurem porque vai ter textão: preciso contar cada detalhe sobre porque gostei muito e odiei muito esse livro. Estão confortáveis? Então vamos começar.

Fonte: cinemadebuteco.com.br - Reprodução

Fonte: cinemadebuteco.com.br – Reprodução

Assim que abri o livro, logo no primeiro capítulo, meu alarme para “clichês young adult” começou a apitar como louco. Todo o pano de fundo estava montado: a mocinha rebelde maravilhosamente única, o triângulo amoroso, a sociedade opressora, todo mundo bonitinho com cara de novela das seis. Esfreguei os olhos e murmurei para a autora “vamos, me surpreenda, diga que eu estou errada”.

E, de certa forma, foi exatamente isso que a Mary Pearson fez. Ela vai lá, pega uma estrutura batida e já surrada de tanto uso, adiciona um único elemento a mais e torna a coisa toda incrivelmente interessante: um mistério pra resolver.

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