A Canção dos Shenlongs e as Novelas que Deram Certo

O texto a seguir contém spoilers de: A Canção dos Shenlongs. Depois não diga que eu não te avisei…

Fonte: Tumblr – Reprodução

Boa parte da vida de blogueira literária pode ser resumida a gerenciar uma pilha exponencial de livros não lidos (não que eu esteja reclamando, claro). Admiro muito quem consegue ficar alinhadinho aos cronogramas, lendo um livro na semana de lançamento e tal, mas… esse não é o meu ritmo.

Fazia tempo que A Canção dos Shenlongs, obra de fantasia escrita pelo Diogo Andrade, habitava as profundezas do Kindle que carrego na bolsa. Aguardava por um momento oportuno, que finalmente veio: atolada com o mestrado, precisei de uma história rapidinha, que desse pra ler numa única sentada no domingo à noite. E foi assim que me deparei com Mu, protagonista e narrador desta aventura.

Leia Mais


O livro enquanto experiência de leitura

Aqui no TBS, de vez em quando tem resenha, de vez em quando tem técnicas de escrita. Mas às vezes a gente também conversa e faz umas listinhas. Hoje é um desses dias.

Fonte: Claire Hummel – Tumblr – Reprodução

Toda vez que ouço falar na guerra entre livros físicos e ebooks (e, olha, eu escuto isso todo santo dia), me pego pensando sobre como essa competição é rasa. E besta. É rasa porque ela resume um livro somente à história que ele carrega. É besta porque a gente ignora realidades diferentes das nossas. Mas vamos desenvolver melhor esses argumentos contando uma historinha pessoal:

Ano passado comprei um Kindle (eu sei, eu merecia uma placa de fã número #1 da Amazon). Mas não foi uma decisão fácil. Eu, a amante ferrenha dos livros físicos, tive de admitir que os ebooks me trariam benefícios.

Leia Mais


Sobre Lobo de Rua e meu encantamento com o tal do lobisomem

Quando Lobo de Rua foi publicado de forma independente, em 2015, eu já ouvia falar da Janayna P. Bianchi nos grupos de literatura que acompanhava pelo Facebook. Cheguei até mesmo a baixar o ebook numa promoção da Amazon. Só que ele acabou pegando poeira, perdido no limbo eterno das leituras pendentes. Era algo que sempre ficava para depois.

De lá pra cá, Lobo de Rua mudou de mãos, sendo relançado pela Dame Blanche (que anda fazendo um trabalho lindíssimo, diga-se de passagem). Também tive a oportunidade de conhecer a Jana – olha só a intimidade – e de trocar várias figurinhas sobre escrita com ela. E quanto mais a gente conversava, mais eu percebia que já passava da hora de reparar meu deslize: a Jana claramente era alguém que saberia fazer jus aos lobisomens.

Fonte: Dame Blanche – Reprodução

Leia Mais


Sobre livros gratuitos, pirataria e a ponta do iceberg

À exemplo do que fiz no post sobre como o Wattpad está influenciando a vida dos autores independentes, vou começar esse texto com uma declaração bem franca: não sou uma autora renomada e nem consigo pagar minhas contas vendendo histórias. Ainda.

(Note que esse “ainda” é puramente uma questão de otimismo. Na base da fé.)

Portanto, tudo o que eu disser a seguir é baseado somente em minhas vivências, percepções ou relatos que encontrei por essas estradas de meu Deus. Possivelmente estarei errada em alguns pontos, e certamente você tem o direito de discordar. Não há garantias de que essa estratégia funcione em todos os cenários, não tenho embasamento científico ou profissional para tanto. Mas acho que sempre vale a pena conhecer um ponto de vista, certo?

Fonte: usborne.com - Reprodução

Fonte: usborne.com – Reprodução

Leia Mais