Experiência NaNoWriMo: junte-se aos bons!

Escrever um livro é um negócio complicado. Agora imagina fazer isso em 30 dias.

Pois é, bem-vindo ao NaNoWriMo!

Fonte: Grammarly- Reprodução

Fonte: Grammarly- Reprodução

O National Novel Writing Month começou como um projeto sem grandes ambições. Em 1999, o escritor freelancer Chris Baty juntou 21 conhecidos na Califórnia para uma maratona de escrita, uma espécie de desafio conjunto. No outro ano, foram 140 participantes, naquele velho esquema de trazer “o amigo do amigo” para experimentar a novidade.

Porém, no terceiro ano a coisa fugiu de controle: impulsionado pela divulgação em blogs literários e portais de notícias, o NaNoWriMo começou a ganhar uma enorme audiência, com participantes de vários países. Baty quase perdeu os cabelos tentando dar conta de tanta gente, e foi aí que o projeto começou a ficar realmente organizado, contando com voluntários, material exclusivo e arrecadação de patrocínio. Atualmente, a iniciativa é uma das mais aguardadas entre os escritores (só em 2013 foram mais de 400 mil usuários ativos).

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Vamos escrever terror?

Eu sou um zero à esquerda na hora de escrever terror. Aliás, não só na hora de escrever, mas também na hora de ler ou assistir qualquer coisa do gênero. Sou o tipo de pessoa que vai dormir de luz acesa e com o cobertor puxado até a testa. Sair da cama pra pegar um copo dágua e ter de atravessar o corredor no escuro? Nem pensar, dá pra esperar até de manhã.

Mas é outubro, né… então até que vale a pena levar um sustinho saudável.

Fonte: WallpaperUP - Reprodução

Fonte: WallpaperUP – Reprodução

Mergulhando de cabeça no clima de Halloween, resolvi dar uma pesquisada sobre o tema. Afinal, o que faz uma boa história de terror? Como é que a gente provoca medo em alguém usando apenas palavras?

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Quando começar e quando terminar um capítulo?

Eis a questão.

Fonte: keybridgemed.com - Reprodução

Fonte: keybridgemed.com – Reprodução

Zapeando pelos grupos de autores independentes no Facebook (esse mar de inspiração para posts), vira e mexe escuto essa pergunta. Ou a sua variação mais comum, a “de que tamanho deve ser um capítulo?”.

E embora pareça frustrante ter de dizer isso, acho que a resposta mais sincera que posso oferecer é: eu não sei, ninguém sabe.

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Sobre livros gratuitos, pirataria e a ponta do iceberg

À exemplo do que fiz no post sobre como o Wattpad está influenciando a vida dos autores independentes, vou começar esse texto com uma declaração bem franca: não sou uma autora renomada e nem consigo pagar minhas contas vendendo histórias. Ainda.

(Note que esse “ainda” é puramente uma questão de otimismo. Na base da fé.)

Portanto, tudo o que eu disser a seguir é baseado somente em minhas vivências, percepções ou relatos que encontrei por essas estradas de meu Deus. Possivelmente estarei errada em alguns pontos, e certamente você tem o direito de discordar. Não há garantias de que essa estratégia funcione em todos os cenários, não tenho embasamento científico ou profissional para tanto. Mas acho que sempre vale a pena conhecer um ponto de vista, certo?

Fonte: usborne.com - Reprodução

Fonte: usborne.com – Reprodução

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