Estive na #CCXP 2017 e foi épico!

Ei, tá a fim de ganhar um box  Mistborn – Segunda Era?
Pergunte-me como! É só continuar lendo que eu já te explico ;D

Fonte: InstaCinéfilos – Reprodução

Tudo começou com uma mensagem que quase me fez cair da cadeira. Corre aqui, gente, que eu não tô acreditando.

Do momento em que a LeYa Brasil me convidou para a CCXP até o momento em que pisei no avião, os dias passaram numa correria só: era preciso fechar os detalhes, organizar as coisas aqui de casa, divulgar minha ida, fazer as malas (vazias, claro, pra encher de livros), preparar uma lista do que visitar e me dar uns beliscões de vez em quando.

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Brandon Sanderson: Quero mostrar que existe algo de inerentemente bom no ser humano – TRADUÇÃO

Existem algumas entrevistas que me deixam mais apaixonada por um autor do que o próprio livro. Em dezembro de 2016, Brandon Sanderson teve uma conversa com Josep Lapidario para a revista JotDown, da Espanha. E foi uma coisa tão incrível, tão rica em referências e debates, que logo a entrevista tornou-se uma queridinha entre os fãs do autor.

Mas ela até então só existia em inglês e espanhol. E eu sinceramente acredito que um texto desse mereça ser disponibilizado para o mundo todo, para alcançar qualquer pessoa que se interesse pela ficção fantástica. Seja você autor, leitor ou mero simpatizante da área, você merece ler isso.

Num esforço hercúleo, usei todo o meu inglês para entregar esta versão traduzida. Lembrando que os direitos autorais pertencem à JotDown e que eu não sou uma tradutora profissional. Ah, também tentei ser o mais fiel possível, mas tem coisa que simplesmente fica muito feia ao pé da letra e meu ouvido frescurento não aceita. Então saiba que 99% do que está aí foi traduzido tal qual estava, mas que aquele 1% é vagabundo.

Fonte: Jorge Quiñoa – JotDown – Reprodução

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Vale a pena ler Julia Quinn?

Já fazia um bom tempo que eu queria escrever sobre a Julia Quinn aqui no TBS. Para além da fantasia, sempre tive um fraco por romances históricos, e Julia Quinn acabou ocupando um lugarzinho de destaque na minha estante e no meu coração.

Fonte: maisqinerds – Reprodução

Sem contar as histórias leves e divertidas, daquelas leituras para aproveitar em casa de pijama, achava a técnica narrativa da Quinn muito interessante: ela é alguém que realmente fez seu dever de casa, tanto comercialmente quanto artisticamente falando.

Porém, e isso acontece com mais frequência do que eu gostaria, recebo alguns olhares tortos quando expresso meu amor pelos livros açucarados da tal autora americana. É como se o gênero do romance, principalmente o romance histórico, com suas cenas de chá quentinho e bailes de gala, fosse considerado uma “forma inferior” de literatura. Como se o gênero contasse apenas com histórias comerciais e clichês programados para capturar mocinhas incautas e sonhadoras pelo pé. Ou, como ouvi certa vez: não gosto deste tipo de livro porque prefiro histórias que me façam pensar.

Ouch.

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Retrospectiva TBS – 2016

DOIS ANOS DE TRAÇA! \o/

Fonte: Huffington Post – Reprodução

Noooossa, esse foi um ano cheio de conquistas por aqui, contrariando a fórmula de terror que tem sido 2016 como um todo.

O TBS cresceu um bocado, praticamente dobrando o número de acessos e setuplicando (aprendi uma palavra nova) as curtidas na fanpage. Participei de projetos, organizei antologia, bati o recorde de livros lidos, fui convidada pra eleger os melhores livros do ano e ainda apareci no perfil da Leya no Facebook. Phew. :D

Acho que isso tudo merece uma comemoração, não?

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