A Mitologia Nórdica de Neil Gaiman

“É tão difícil escolher um universo favorito de lendas e mitos quanto se decidir por um prato favorito (em algumas noites queremos comida tailandesa, em outras, sushi, e às vezes só conseguimos pensar na comida caseira e simples da nossa infância). Mas, se eu tivesse que escolher um, provavelmente seria o dos mitos nórdicos.”

Fonte: northmen-themovie.com – Reprodução

Eu tento manter uma ordem de precedência entre os livros que trago para a estante. Sempre juro que lerei os mais antigos antes dos mais novos, para que não fiquem lá abandonados, muitas vezes ainda reclusos em suas embalagens plásticas. Mas como acredito piamente em receber histórias no exato momento em que estou precisando escutá-las, vira e mexe dou de ombros e acabo jogando a ordem de precedência para o alto.

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Deuses Americanos: viajando de carro pela mente de Neil Gaiman

O texto a seguir pode conter spoilers de: Deuses Americanos. Depois não diga que eu não te avisei…

Como fã de Neil Gaiman, eu estava devendo a leitura de Deuses Americanos, um livro que eu até então relutava em tirar da estante e protelava para um futuro que sabe-se lá quando ia chegar. Mas, com o anúncio da adaptação para um seriado e a passagem do ano novo (aquela época em que a gente ainda tenta cumprir as metas direitinho), pensei que o universo havia finalmente aberto uma janela de oportunidade para mim: era hora de conhecer Deuses Americanos.

Fonte: coalrye.deviantart.com – Reprodução

A leitura foi densa, pesada, consumiu todas as minhas forças. Levei uns bons dias para concluir e, quando finalmente terminei, ainda passei mais outros tantos dias de ressaca literária, apenas digerindo a história.

Falando assim, parece até que não gostei de Deuses Americanos. O que é uma mentira: eu amei o livro. É só que Deuses Americanos não é nem de longe um livro fácil.

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O Principe de Westeros: por que amamos o bom canalha?

Andei tentando desenferrujar minha escrita essa semana, trabalhando em algumas ideias aqui e ali. E nessa vibe de criar enredos curtos, achei que seria uma boa ideia dar uma olhada no Príncipe de Westeros e Outras Histórias, a coletânea de contos organizada pelo George Martin e cuja leitura eu andava postergando.

Imaginei que o livro poderia me ajudar a extrair uma espécie de fórmula mágica sobre como escrever um bom conto. Ou ao menos, sobre que tipo de coisa é responsável por fazer de um conto um bom conto. Mas não foi bem isso que eu encontrei.

Fonte: chasestone.deviantart.com - Reprodução

Daemon Targaryen oferece sua coroa. Fonte: chasestone.deviantart.com – Reprodução

Não é que eu não tenha dado de cara com textos de qualidade, pelo contrário, mas O Príncipe de Westeros é uma obra tão diversa que a única conclusão a que cheguei foi a de que todas as regras podem (e devem) ser quebradas de vez em quando.

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Guest Post: Dias da Meia-Noite com o Leandro do Drunkwookie

(O texto de hoje é especial. Numa colaboração pra lá de bem vinda, o Leandro topou fazer um guest post para o TBS. Para quem não conhece, ele é o responsável por trazer o Drunkwookie à vida, é quase um padrinho do blog, é fã incondicional do Neil Gaiman e tem uma vasta experiência com quadrinhos. Quem mais eu poderia trazer para falar sobre Dias da Meia-Noite? ¯\_(ツ)_/¯)

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Fonte: Drunkwookie – Reprodução

Me admiro ao ver como as coisas são… Há alguns anos eu criava o Drunkwookie. Um blog criado única e exclusivamente para falar sobre o final de A Dança dos Dragões. Não imaginei que escreveria mais de três ou quatro posts.

Mas a coisa foi ficando seria, eu fui me empolgando e escrevendo sobre assuntos que amo. E olha só, hoje estou escrevendo posts para um outro blog. Um blog que tive o prazer de acompanhar desde sua criação e que é um dos meus favoritos.

Não me recordo se o convite surgiu da Fernanda, ou se eu me convidei para escrever para o Bookworm. De qualquer forma, aqui estou!

Os leitores do Drunkwookie sabem o quanto sou fã de Neil Gaiman e o quanto esse escritor britânico me inspirou, em vários aspectos da minha vida. Se hoje escrevo, Neil Gaiman tem sua parcela de culpa.

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