Segurando (e talvez explodindo) forninhos com Nimona

O texto a seguir pode conter spoilers de: Nimona. Depois não diga que eu não te avisei…

Que tal começar o mês de março com uma história escrita e protagonizada por mulheres dentro de um dos setores mais machistas da literatura? Hoje é dia de falar da Noelle Stevenson. Hoje é dia de Nimona.

Fonte: Host Geek – Reprodução

Ouvi falar da Noelle pela primeira vez em 2015, graças à sua aclamada parceria em Lumberjanes e por causa do projeto gráfico para a capa de Fangirl, livro da Rainbow Rowell. Só mais tarde fui descobrir que ela também era responsável pela criação da Iniciativa Hawkeye, um projeto que reúne fan arts de super heróis nas mesmas posições sexualizadas que as super heroínas para mostrar, entre muitas risadas, o quanto esse costume é babaca e sem sentido.

Dá para perceber, então, que o trabalho de Noelle é permeado pelo humor enganadoramente inocente e pela representatividade, quase que suas marcas registradas. E poxa, vencer no mundo dos quadrinhos com essas duas características e ainda recém formada na faculdade é algo digno de nota. Em 2015, com apenas 23 anos de idade, Stevenson ganharia o prêmio Eisner, que é quase o Oscar para os quadrinhos americanos.

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Vamos escrever terror?

Eu sou um zero à esquerda na hora de escrever terror. Aliás, não só na hora de escrever, mas também na hora de ler ou assistir qualquer coisa do gênero. Sou o tipo de pessoa que vai dormir de luz acesa e com o cobertor puxado até a testa. Sair da cama pra pegar um copo dágua e ter de atravessar o corredor no escuro? Nem pensar, dá pra esperar até de manhã.

Mas é outubro, né… então até que vale a pena levar um sustinho saudável.

Fonte: WallpaperUP - Reprodução

Fonte: WallpaperUP – Reprodução

Mergulhando de cabeça no clima de Halloween, resolvi dar uma pesquisada sobre o tema. Afinal, o que faz uma boa história de terror? Como é que a gente provoca medo em alguém usando apenas palavras?

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#EspalheFantasia – 5 séries recomendadas pela traça

Existe um grupo bem bacana no Facebook, chamado “Livros de Fantasia e Aventura – Skoob”, que concentra não só um grande número de leitores como também de blogueiros, autores nacionais e outros criadores de conteúdo voltados para o gênero.

Numa das várias discussões que rolam por lá, surgiu a ideia de criar uma postagem colaborativa, onde os blogs coordenariam esforços para divulgar o gênero da fantasia e também para indicar, debater ou simplesmente comemorar a existência de algumas séries fantásticas.

Foi assim que surgiu o #EspalheFantasia, um projeto dedicado a destacar séries de fantasia já publicadas no Brasil, mesmo que não completamente.   

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Fantasia não é só faz de conta

Ainda no hype da Antologia Valquírias, eu e a Marcia resolvemos disponibilizar uma série de materiais de estudo sobre escrita e também sobre o gênero fantástico, para ajudar as autoras da antologia na produção de seus contos. Afinal, para muitas das meninas este será o primeiro contato com a concepção de textos fantásticos.

Decidi criar este post para compartilhar um pouco da minha própria visão e experiência acerca do tema, tentando criar uma espécie de introdução, uma apresentação ao panorama geral da fantasia. Acabei separando 5 pontos para debate:

(Já disse que esse é meu gênero favorito desde criancinha?)

Fonte: Ilustrações de Emma Lazauski (emla.deviantart.com) - Reprodução

Fonte: Ilustrações de Emma Lazauski (emla.deviantart.com) – Reprodução

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