Vamos escrever terror?

Eu sou um zero à esquerda na hora de escrever terror. Aliás, não só na hora de escrever, mas também na hora de ler ou assistir qualquer coisa do gênero. Sou o tipo de pessoa que vai dormir de luz acesa e com o cobertor puxado até a testa. Sair da cama pra pegar um copo dágua e ter de atravessar o corredor no escuro? Nem pensar, dá pra esperar até de manhã.

Mas é outubro, né… então até que vale a pena levar um sustinho saudável.

Fonte: WallpaperUP - Reprodução

Fonte: WallpaperUP – Reprodução

Mergulhando de cabeça no clima de Halloween, resolvi dar uma pesquisada sobre o tema. Afinal, o que faz uma boa história de terror? Como é que a gente provoca medo em alguém usando apenas palavras?

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#EspalheFantasia – 5 séries recomendadas pela traça

Existe um grupo bem bacana no Facebook, chamado “Livros de Fantasia e Aventura – Skoob”, que concentra não só um grande número de leitores como também de blogueiros, autores nacionais e outros criadores de conteúdo voltados para o gênero.

Numa das várias discussões que rolam por lá, surgiu a ideia de criar uma postagem colaborativa, onde os blogs coordenariam esforços para divulgar o gênero da fantasia e também para indicar, debater ou simplesmente comemorar a existência de algumas séries fantásticas.

Foi assim que surgiu o #EspalheFantasia, um projeto dedicado a destacar séries de fantasia já publicadas no Brasil, mesmo que não completamente.   

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7 grandes mães que habitam minha estante

O texto a seguir pode conter spoilers de: Harry Potter, Game of Thrones, Um Perfeito Cavalheiro, Norte e Sul, Marley & Eu. Depois não diga que eu não te avisei…

Chegou o dia das mães! E nada melhor para comemorar essa data do que relembrar algumas das mais memoráveis figuras maternas que habitam minha estante.

Sra Bennett e filhas Fonte: fanpop.com - Reprodução

Sra Bennet e filhas Fonte: fanpop.com – Reprodução

O critério aqui é a ligação entre mãe e filho, o quanto a maternidade é importante como faceta na criação do personagem.  Ou seja, não estarei considerando se a pessoa em questão é boazinha ou não, se criou bem os filhos ou não. Quero apenas separar personagens cujo papel de mãe seja crucial para o desenvolvimento da história.

No processo de escolha das top 7, precisei deixar muita gente de fora. Queria registrar aqui uma menção honrosa à Sra. Bennet, de Orgulho e Preconceito, e à Sra. Coulter, da Trilogia Fronteiras do Universo, que infelizmente não puderam estar presentes nesta lista.

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7 tropes de vilão para aprender (ou evitar)

Sabe quando você está lendo um livro ou assistindo um filme e de repente se dá conta de que já conhece aquela estrutura narrativa de algum lugar? Ou quando do nada aquele plano maligno começa a soar muito familiar, como se aquela história já tivesse acontecido? Pois é, as chances são altas de que você esteja diante de um trope.

Fonte: Disney Villains by Blackbat13, DeviantArt - Reprodução

Fonte: Disney Villains by Blackbat13, DeviantArt – Reprodução

Trope, um aportuguesamento da palavra homônima em inglês, são os “lugares-comuns” das histórias, elementos que aparecem com frequência em diversas mídias como ferramentas para movimentar o enredo, criar premissas ou até mesmo caracterizar personagens. Um trope pode ser desde um pequeno detalhe (como o “Power Walk”, quando todos os integrantes de um time, banda ou grupo de heróis qualquer caminham um ao do lado do outro, com os protagonistas no centro) até fórmulas complexas (como a clássica figura do Mentor, que ajuda o herói a alcançar seus objetivos enquanto busca a própria redenção).

É importante não confundir tropes com um clichês. Todo clichê é um trope, mas nem todo trope é um clichê. De fato, alguns tropes podem inclusive ajudar na criação de narrativas eficientes, e, cedo ou tarde, você também acabará utilizando algum deles. Mesmo que nem perceba.

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