11 dicas sobre arco e flecha que todo autor deveria saber

Arqueiros sempre ocuparam um lugar especial em nossos corações. O estereótipo é um dos mais famosos na fantasia medieval, perdendo talvez apenas para o cavaleiro de espada e o mago. Não é preciso nem pensar muito para lembrar um bom número de arqueiros presentes na cultura pop, muitos vivendo nos dias de hoje seus anos dourados de fama: Legolas, Merida, Katniss Everdeen, Robin Hood, Hawkeye…

Essa fascinação ocorre porque o arco e flecha possui um apelo dramático único quando inserido na narrativa. Ao contrário do combate corpo a corpo, vigoroso e imediato, o momento da flechada exige calma e concentração. Então, enquanto a adrenalina da espada é explosão física, ação, a adrenalina do arqueiro é contida, fria e calculada. Cenas de arco e flecha dão aquele frio na barriga, aquele silêncio sepulcral onde o tempo parece ficar suspenso. Quem nunca vibrou com uma descrição de meia página sobre o momento em que o herói estica a corda do arco, se concentra e faz a mira, enquanto prendemos a respiração junto a ele num instante recheado de tensão?

Ao mesmo tempo, o arco e flecha pode se tornar bastante dinâmico quando combinado à outras atividades, trazendo mais possibilidades para o personagem. Flechas podem ser utilizadas para caçar, içar cordas, apoiar escaladas, vencer torneios de tiro ao alvo. Em batalha, serve para criar ótimas estratégias de cerco.

Fonte: archery360.com - Reprodução

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(Se você for um Legolas da vida, serve também para trucidar olifantes…)

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7 paradidáticos de suspense/aventura

A lista de hoje pode ser bem nostálgica para o pessoal que frequentava o colégio nos anos 80-90. Provavelmente, se você já era leitor assíduo desde o berço, deve ter lido ao menos um dos livros indicados a seguir.

Estou classificando como paradidático de suspense/aventura aqueles livros que eram recomendados na escola pelo simples prazer do entretenimento e familiarização com o mundo literário. Ficavam no meio termo entre as historinhas voltadas para a alfabetização e o primeiro encontro com os clássicos, como Machado de Assis e Jorge Amado. Eram livros narrativos, normalmente ambientados em território brasileiro e que giravam em torno de algum mistério a ser desvendado, com muitas aventuras e humor.

O maior destaque desse segmento ficou com a Série Vagalume (Editora Ática), a favorita nas escolas. Os livros começaram a ser impressos em 1972, reunindo cerca de 40 autores em seus mais de 100 títulos. Quem não lembra das capas coloridas e do simpático vagalume de boné apresentando a sinopse nas orelhas do livro?

Fonte: nerdpai.com - Reprodução

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5 romances para não-românticos

Você é daquelas pessoas que revira os olhos quando o mocinho jura amor eterno? Acha ridículo quando alguém fala em “morrer de amor”? Treme só de passar perto da prateleira do Nicholas Sparks? E a vontade de sacudir aquela mocinha que passa anos chorando, esperando o regresso do ser amado, pra ver se a tolinha acorda pra vida e vai ler um livro, fazer uma viagem ou um curso de fotografia? É, parece que os romances mais cultuados e bem vendidos do mercado não são mesmo a sua praia…

E no entanto, isso te incomoda. Ora, você acredita no amor, de verdade. Não é um coração de pedra irrecuperável como seus amigos insistem em dizer sempre que você pega no sono assistindo Titanic e só acorda pra ver o navio afundar. É só que o amor, pra você, não é…assim. Esse algodão doce todo. Mas você adoraria ler alguma coisa que te fizesse suspirar e se sentir apaixonado, que não abusasse da sua paciência e te mostrasse personagens mais realistas. Será que tem algo de errado nisso?

Sua cara quando o Jack está morrendo congelado em Titanic. Fonte: Tumblr - Reprodução

Sua cara quando o Jack está morrendo congelado em Titanic. Fonte: Tumblr – Reprodução

Mas calma, não precisa sair correndo atrás do Mágico de Oz para achar um coração. Você não é o único a se sentir assim. Talvez você seja apenas mais um diabético literário: seus romances precisam vir com doses menores de açúcar. E estão te apresentando aos livros errados.

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5 autores de uma fórmula só

Sabe aquele escritor que vende que é uma maravilha e que tem um monte de sucessos publicados mas que você só precisa ver o nome na capa pra saber do que se trata a história? Pois bem, o post de hoje é dedicado a eles, nossos 5 maiores best-sellers de uma fórmula só.

É importante destacar que estar nessa lista não significa necessariamente que o autor seja ruim ou que seus livros não mereçam ser lidos. Longe disso. Apenas que são escritores previsíveis em seus enredos.

Ser um autor de fórmula só também é diferente de criar um universo próprio ou achar um nicho literário. Sabemos que Tolkien escreveu inúmeros títulos explorando a Terra Média, assim como Terry Pratchet com a série Discworld. Mas estes livros fazem parte de um todo, de um legado que legitima o trabalho do autor. Cada livro da Terra Média complementa algum aspecto do universo e explora algo novo. O mesmo para Agatha Christie e Edgar Allan Poe, que se consagraram escrevendo sempre sobre os mesmos temas, mistérios policiais ou tramas cercadas pelo mórbido. Isso não é ser repetitivo, é apenas explorar um nicho que lhe agrade, onde se possa demonstrar talento. No entanto, cada uma das histórias se desenvolve de maneira diferente. Assim como as histórias de Julio Verne, aventuras que deram as bases para o steampunk mas que carregam cada uma sua individualidade.

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