Estive na #CCXP 2017 e foi épico!

Ei, tá a fim de ganhar um box  Mistborn – Segunda Era?
Pergunte-me como! É só continuar lendo que eu já te explico ;D

Fonte: InstaCinéfilos – Reprodução

Tudo começou com uma mensagem que quase me fez cair da cadeira. Corre aqui, gente, que eu não tô acreditando.

Do momento em que a LeYa Brasil me convidou para a CCXP até o momento em que pisei no avião, os dias passaram numa correria só: era preciso fechar os detalhes, organizar as coisas aqui de casa, divulgar minha ida, fazer as malas (vazias, claro, pra encher de livros), preparar uma lista do que visitar e me dar uns beliscões de vez em quando.

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A Canção dos Shenlongs e as Novelas que Deram Certo

O texto a seguir contém spoilers de: A Canção dos Shenlongs. Depois não diga que eu não te avisei…

Fonte: Tumblr – Reprodução

Boa parte da vida de blogueira literária pode ser resumida a gerenciar uma pilha exponencial de livros não lidos (não que eu esteja reclamando, claro). Admiro muito quem consegue ficar alinhadinho aos cronogramas, lendo um livro na semana de lançamento e tal, mas… esse não é o meu ritmo.

Fazia tempo que A Canção dos Shenlongs, obra de fantasia escrita pelo Diogo Andrade, habitava as profundezas do Kindle que carrego na bolsa. Aguardava por um momento oportuno, que finalmente veio: atolada com o mestrado, precisei de uma história rapidinha, que desse pra ler numa única sentada no domingo à noite. E foi assim que me deparei com Mu, protagonista e narrador desta aventura.

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Mirta Vento Amarelo: fantasia nacional a todo vapor

Quando vi pela primeira vez o André Regal divulgando seu livro no Facebook, sabia que vinha coisa boa. André é uma pessoa que eu acompanho faz tempo, desde os primórdios do TBS. Aliás, se você já se aventurou pelas comunidades de autores iniciantes no Wattpad, é provável que esse nome não lhe seja estranho. Entre debates, algumas participações especiais em podcasts e todos os prêmios Wattys que nunca ganhamos, vira e mexe acabamos por nos esbarrar pelo mundão da internet.

Fonte: Acervo do autor – Reprodução

Lembro de ter lido os três primeiros capítulos de uma de suas obras disponibilizadas online, “A Lágrima de Giius”, e ter me surpreendido com a narrativa madura e envolvente que encontrei. André escrevia pra gente adulta, escrevia sem pudor.  

A grande ironia? Mirta Vento Amarelo, seu romance de estreia no mercado tradicional, é voltado ao público juvenil.

Quando André me convidou para opinar sobre Mirta, aceitei com bastante curiosidade: como ele iria se sair? Como aquele cara, que se bem me recordo falava sobre tripas e malfeitores, se viraria diante de um público mais jovem? Afinal, se o romance havia sido finalista do prêmio Cesgranrio, era sinal de que ele havia achado um jeito.

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Sobre Lobo de Rua e meu encantamento com o tal do lobisomem

Quando Lobo de Rua foi publicado de forma independente, em 2015, eu já ouvia falar da Janayna P. Bianchi nos grupos de literatura que acompanhava pelo Facebook. Cheguei até mesmo a baixar o ebook numa promoção da Amazon. Só que ele acabou pegando poeira, perdido no limbo eterno das leituras pendentes. Era algo que sempre ficava para depois.

De lá pra cá, Lobo de Rua mudou de mãos, sendo relançado pela Dame Blanche (que anda fazendo um trabalho lindíssimo, diga-se de passagem). Também tive a oportunidade de conhecer a Jana – olha só a intimidade – e de trocar várias figurinhas sobre escrita com ela. E quanto mais a gente conversava, mais eu percebia que já passava da hora de reparar meu deslize: a Jana claramente era alguém que saberia fazer jus aos lobisomens.

Fonte: Dame Blanche – Reprodução

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