NaNoWriMo: um relato honesto sobre o mês mais louco do ano

Hoje, aos 45 do segundo tempo, no último dia do mês, eu venci o NaNoWriMo.

Não foi fácil, não foi esse mar de rosas todo, mas foi muito enriquecedor. Consegui produzir uma primeira versão de uma história que, se não fosse a competição, eu provavelmente teria deixado parada na gaveta por um bom tempo.

Se valeu a pena? Valeu sim, e como valeu!

Fonte: nanowrimo.org - Reprodução

Fonte: nanowrimo.org – Reprodução

Num post pré maratona, eu havia estabelecido 7 aspectos importantes para se dar bem no NaNo: desplugar, livrar-se das amarras, ter um planejamento prévio da história, suar a camisa, gerar auto-conhecimento, manter uma comunidade de escrita e se divertir com o que está fazendo. E agora que eu vivi isso na pele, deixa eu te contar sem firula e com muita honestidade sobre o que acabou acontecendo.

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Experiência NaNoWriMo: junte-se aos bons!

Escrever um livro é um negócio complicado. Agora imagina fazer isso em 30 dias.

Pois é, bem-vindo ao NaNoWriMo!

Fonte: Grammarly- Reprodução

Fonte: Grammarly- Reprodução

O National Novel Writing Month começou como um projeto sem grandes ambições. Em 1999, o escritor freelancer Chris Baty juntou 21 conhecidos na Califórnia para uma maratona de escrita, uma espécie de desafio conjunto. No outro ano, foram 140 participantes, naquele velho esquema de trazer “o amigo do amigo” para experimentar a novidade.

Porém, no terceiro ano a coisa fugiu de controle: impulsionado pela divulgação em blogs literários e portais de notícias, o NaNoWriMo começou a ganhar uma enorme audiência, com participantes de vários países. Baty quase perdeu os cabelos tentando dar conta de tanta gente, e foi aí que o projeto começou a ficar realmente organizado, contando com voluntários, material exclusivo e arrecadação de patrocínio. Atualmente, a iniciativa é uma das mais aguardadas entre os escritores (só em 2013 foram mais de 400 mil usuários ativos).

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