Precisamos conversar sobre Vaelin Al Sorna

*Suas definições de homão da porra foram atualizadas*

Tudo começou inocentemente na CCXP Tour Nordeste, quando o Vagner do Desbravando Livros me recomendou a série A Sombra do Corvo. Tive certa resistência no início. A Canção do Sangue, primeiro volume da trilogia, não seria um livro que eu escolheria logo de cara. Sabe como é… outra série, outra aventura de capa e espada, outro sistema de magia, outro protagonista invencível… será que valia a pena um comprometimento desse tamanho?

Fonte: Detalhe da capa – Reprodução

Decidi topar o desafio. O Vagner tem um gosto literário oriundo das paredes de escudos cornwellianas, idôneo o suficiente pra gente dar um voto de confiança. Além disso, o autor é escocês e eu tenho um carinho irracional pelo país ainda que nunca tenha pisado naquelas terras (culpa da Diana Gabaldon e de várias outras autoras de romance de época).

Pra encurtar a história, eu comecei a ler o livro. E aí Vaelin Al Sorna aconteceu na minha vida. E aí eu tive que vir aqui pra iniciar outra série de textões.

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Sobre por que as bruxas de Terry Pratchett são tão incríveis

Tenho uma estratégia para nortear minhas leituras durante o NaNoWriMo desse ano: preciso ler meus autores favoritos para que suas vozes narrativas me inspirem.

Parece besteira, mas quando lemos uma história e partimos para a escrita, muita das características daquele autor são passadas para nós, seus maneirismos e construções sintáticas. Diferente do plágio,  este é um processo subconsciente e completamente natural, como quando você passa certo tempo vivendo em outro lugar e acaba adquirindo um pouquinho do sotaque e das gírias da região. Então, decidi ir direto ao ponto e garantir que tipo de sotaque eu desejo aplicar à minha história.

Terry Pratchett foi uma escolha imediata. Além deste senhor de cartola figurar em destaque entre meus escritores favoritos da vida, ele também é muito bom com textos de humor e com textos sobre bruxas: exatamente as duas coisas que resolvi abordar esse ano.

Suas lindas! Fonte: geekadelphia.com - Reprodução.

Suas lindas! Fonte: geekadelphia.com – Reprodução.

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Here be Dragons – vamos falar sobre dragões

Desde que li o segundo livro da série Temeraire, da Naomi Novik, tenho andado às voltas com um tópico bem querido para os leitores de fantasia: dragões. Um assunto que só fez crescer com a chegada de mais uma temporada de Game of Thrones.

Fonte: mikeazevedo.deviantart.com - Reprodução

Fonte: mikeazevedo.deviantart.com – Reprodução

Pensava eu: quase todas as culturas, em algum ponto de sua História, chegaram ao conceito do dragão. Um conceito que converge. É como se o dragão fosse uma das mais antigas e proeminentes criaturas folclóricas de todos os tempos, encontrada nas bandeiras chinesas, nas armaduras medievais, nos escudos vikings, nos símbolos de realeza do Vietnã. E ao mesmo tempo, se é tão difundido, como poderia ser uma figura tão flexível?

Se pensarmos em outros seres fantásticos, veremos que sua caracterização é bem delimitada. Um unicórnio sempre será, de modo geral, um equino com um chifre único, costumeiramente branco. Um vampiro (mesmo os que brilham no Sol e nos matam de vergonha) sempre será um ser que se alimenta de sangue. Embora existam variações, a criatura mantém certos traços.

Mas e o dragão? O que faz de um dragão…um dragão?

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7 grandes mães que habitam minha estante

O texto a seguir pode conter spoilers de: Harry Potter, Game of Thrones, Um Perfeito Cavalheiro, Norte e Sul, Marley & Eu. Depois não diga que eu não te avisei…

Chegou o dia das mães! E nada melhor para comemorar essa data do que relembrar algumas das mais memoráveis figuras maternas que habitam minha estante.

Sra Bennett e filhas Fonte: fanpop.com - Reprodução

Sra Bennet e filhas Fonte: fanpop.com – Reprodução

O critério aqui é a ligação entre mãe e filho, o quanto a maternidade é importante como faceta na criação do personagem.  Ou seja, não estarei considerando se a pessoa em questão é boazinha ou não, se criou bem os filhos ou não. Quero apenas separar personagens cujo papel de mãe seja crucial para o desenvolvimento da história.

No processo de escolha das top 7, precisei deixar muita gente de fora. Queria registrar aqui uma menção honrosa à Sra. Bennet, de Orgulho e Preconceito, e à Sra. Coulter, da Trilogia Fronteiras do Universo, que infelizmente não puderam estar presentes nesta lista.

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