Vale a pena ler Julia Quinn?

Já fazia um bom tempo que eu queria escrever sobre a Julia Quinn aqui no TBS. Para além da fantasia, sempre tive um fraco por romances históricos, e Julia Quinn acabou ocupando um lugarzinho de destaque na minha estante e no meu coração.

Fonte: maisqinerds – Reprodução

Sem contar as histórias leves e divertidas, daquelas leituras para aproveitar em casa de pijama, achava a técnica narrativa da Quinn muito interessante: ela é alguém que realmente fez seu dever de casa, tanto comercialmente quanto artisticamente falando.

Porém, e isso acontece com mais frequência do que eu gostaria, recebo alguns olhares tortos quando expresso meu amor pelos livros açucarados da tal autora americana. É como se o gênero do romance, principalmente o romance histórico, com suas cenas de chá quentinho e bailes de gala, fosse considerado uma “forma inferior” de literatura. Como se o gênero contasse apenas com histórias comerciais e clichês programados para capturar mocinhas incautas e sonhadoras pelo pé. Ou, como ouvi certa vez: não gosto deste tipo de livro porque prefiro histórias que me façam pensar.

Ouch.

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