Harry Potter e a Criança Amaldiçoada: muito barulho por nada

O texto a seguir pode conter spoilers de: Harry Potter e a Criança Amaldiçoada. Depois não diga que eu não te avisei…

Fonte: Imagens da peça – Reprodução

Fui uma criança da geração Harry Potter. Tinha 11 anos quando o livro foi publicado no Brasil, acompanhei toda a saga, a chegada dos filmes, os spin-offs, as fanfictions e a criação do Pottermore. Consumi todo e qualquer produto lançado com o nome da franquia. Recentemente, fiquei com o coração quentinho por assistir Animais Fantásticos no cinema.

Logo, eu devia ter entrado no hype de Harry Potter e a Criança Amaldiçoada.

Mas não foi isso que aconteceu. Quando foi anunciada a criação de uma peça (e toda a polêmica acerca de uma Hermione negra), até olhei o projeto com bons olhos, mas não o suficiente para desejar ganhar um ingresso. Era algo legal, mais um evento baseado no universo JK Rowling…mas era só. Tinha figurinos incríveis, eu sei, e um elenco super simpático. Mas não era uma história canônica que completava a saga.

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Gina Weasley não está impressionada – TRADUÇÃO

Está sendo um mês corrido esse tal de novembro. Dividida entre NaNoWriMo, final de semestre e uma penca de eventos familiares, o tempo anda curto para postar textos inéditos e bem planejados aqui no blog. Mas a gente sempre dá um jeitinho.

Dia desses encontrei um artigo maravilhoso da Sarah Gailey no Tor.com. O post faz parte de uma série, onde a autora analisa e discorre sobre cada uma das personagens femininas de Harry Potter. Este, especificamente, fala sobre Gina Weasley.

Fonte: heidihastings.deviantart.com - Reprodução

Fonte: heidihastings.deviantart.com – Reprodução

A gente já sabe que Minerva McGonagall é uma bruxa incrível. A gente já sabe que Molly Weasley tem mais fibra do que qualquer outra pessoa. Hermione e Luna são amplamente reconhecidas por suas habilidades. Mas…e Gina? Nunca gostei de como a caçula dos Weasley foi subaproveitada nos filmes, servindo apenas como um alívio romântico e como motivação para Harry salvar o dia em HP e a Câmara Secreta. Existe tão mais de Gina Weasley…tanta coisa escrita nas entrelinhas, tanto com o que podemos nos identificar… Porque essa é uma menina muito, muito forte. E humana.

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Here be Dragons – vamos falar sobre dragões

Desde que li o segundo livro da série Temeraire, da Naomi Novik, tenho andado às voltas com um tópico bem querido para os leitores de fantasia: dragões. Um assunto que só fez crescer com a chegada de mais uma temporada de Game of Thrones.

Fonte: mikeazevedo.deviantart.com - Reprodução

Fonte: mikeazevedo.deviantart.com – Reprodução

Pensava eu: quase todas as culturas, em algum ponto de sua História, chegaram ao conceito do dragão. Um conceito que converge. É como se o dragão fosse uma das mais antigas e proeminentes criaturas folclóricas de todos os tempos, encontrada nas bandeiras chinesas, nas armaduras medievais, nos escudos vikings, nos símbolos de realeza do Vietnã. E ao mesmo tempo, se é tão difundido, como poderia ser uma figura tão flexível?

Se pensarmos em outros seres fantásticos, veremos que sua caracterização é bem delimitada. Um unicórnio sempre será, de modo geral, um equino com um chifre único, costumeiramente branco. Um vampiro (mesmo os que brilham no Sol e nos matam de vergonha) sempre será um ser que se alimenta de sangue. Embora existam variações, a criatura mantém certos traços.

Mas e o dragão? O que faz de um dragão…um dragão?

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Vale a pena ler O Chamado do Cuco

O texto a seguir pode conter spoilers de: O Chamado do Cuco. Depois não diga que eu não te avisei…

Em plena semana de anúncio sobre o lançamento de Harry Potter and the Cursed Child, terminei a leitura de O Chamado do Cuco através de outra indicação recebida aqui no blog.

Escrevendo sob o pseudônimo de Robert Galbraith, J K Rowling nos apresenta a uma trama investigativa protagonizada pelo detetive particular Cormoran Strike e sua não tão provável assistente, Robin, ambos focados no suposto caso de suicídio da modelo Lula Landry, uma celebridade do momento cuja vida era pra lá de complicada.

Fonte: hypable.com - Reprodução

Fonte: hypable.com – Reprodução

O Chamado do Cuco foi um livro que me deixou bastante satisfeita, quase como um reencontro quentinho com a autora da minha infância. Embora num tom bem mais maduro, Rowling claramente está lá, perceptível em cada uma das palavras. E como eu estava com saudades dela!

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