Guest Post: Dias da Meia-Noite com o Leandro do Drunkwookie

(O texto de hoje é especial. Numa colaboração pra lá de bem vinda, o Leandro topou fazer um guest post para o TBS. Para quem não conhece, ele é o responsável por trazer o Drunkwookie à vida, é quase um padrinho do blog, é fã incondicional do Neil Gaiman e tem uma vasta experiência com quadrinhos. Quem mais eu poderia trazer para falar sobre Dias da Meia-Noite? ¯\_(ツ)_/¯)

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Fonte: Drunkwookie – Reprodução

Me admiro ao ver como as coisas são… Há alguns anos eu criava o Drunkwookie. Um blog criado única e exclusivamente para falar sobre o final de A Dança dos Dragões. Não imaginei que escreveria mais de três ou quatro posts.

Mas a coisa foi ficando seria, eu fui me empolgando e escrevendo sobre assuntos que amo. E olha só, hoje estou escrevendo posts para um outro blog. Um blog que tive o prazer de acompanhar desde sua criação e que é um dos meus favoritos.

Não me recordo se o convite surgiu da Fernanda, ou se eu me convidei para escrever para o Bookworm. De qualquer forma, aqui estou!

Os leitores do Drunkwookie sabem o quanto sou fã de Neil Gaiman e o quanto esse escritor britânico me inspirou, em vários aspectos da minha vida. Se hoje escrevo, Neil Gaiman tem sua parcela de culpa.

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#LendoSandman – Despertar

O texto a seguir pode conter spoilers de: Sandman – Despertar. Depois não diga que eu não te avisei…

Fonte: imgur.com - Reprodução

Fonte: imgur.com – Reprodução

Ainda estou um tanto entorpecida para escrever essa resenha. Sandman acabou.

Então, vamos começar pelas coisas simples. Despertar, o último arco da obra, me chamou atenção logo de cara. Eu não lembro de outro arco com um traço tão bonito em seus desenhos. Tudo, dos contornos às cores, me encantou, e trouxe uma expressividade impressionante para os personagens. Mesmo Larissa, a última amante de Morpheus, sempre caracterizada por traços retos e óculos que escondem o olhar, tem sua humanidade realçada de maneira magistral (e foi ótimo finalmente conhecer o outro lado dessa história).

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#LendoSandman – Entes Queridos

O texto a seguir pode conter spoilers de: Sandman – Entes Queridos. Depois não diga que eu não te avisei…

Fonte: comicartfans.com - Reprodução

Fonte: comicartfans.com – Reprodução

Entes Queridos poderia ser uma grande festa de confraternização, caso não fosse tão triste. Cada um dos arcos, cada um dos personagens e suas problemáticas são trazidos novamente à vida, como numa despedida, como os créditos que sobem na tela ao final de um filme.

E por mais melancólico que seja dizer o derradeiro adeus, o final das coisas tem um quê de belo. Morbidamente belo.

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#LendoSandman – Fim dos Mundos

O texto a seguir pode conter spoilers de: Sandman – Fim dos Mundos. Depois não diga que eu não te avisei…

Fonte: @flukiechic - DeviantArt - reprodução

Fonte: @flukiechic – DeviantArt – reprodução

Gaiman é um daqueles autores muito, muito malvados, que não só estraçalham nosso coração em pedacinhos mas ainda nos fazem amá-los por isso. E levei um arco inteiro para perceber o que estava acontecendo.

Após uma leitura tão intensa e emocionante em Vidas Breves, confesso que comecei Fim dos Mundos com o pé atrás. “Droga, outra quebra no andamento do plot principal”, pensei. Estava aflita para saber o que aconteceria com Morpheus, quem era sua amante, ver os desdobramentos da morte de Orpheus e como a família Perpétua iria se reestruturar.

Por isso, Fim dos Mundos começou morno. Não comprei a história de Charlene e Brant ou sua jornada até a taverna. Eu realmente fiquei tentada a dar uma passada de olhos descompromissada no arco e depois focar nas edições seguintes. Mas leitura conjunta é leitura conjunta, eu tinha um post pra escrever e uma pontada de esperança de que Gaiman jamais me entregaria uma narrativa realmente morna.

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