Estive na #CCXP 2017 e foi épico!

Ei, tá a fim de ganhar um box  Mistborn – Segunda Era?
Pergunte-me como! É só continuar lendo que eu já te explico ;D

Fonte: InstaCinéfilos – Reprodução

Tudo começou com uma mensagem que quase me fez cair da cadeira. Corre aqui, gente, que eu não tô acreditando.

Do momento em que a LeYa Brasil me convidou para a CCXP até o momento em que pisei no avião, os dias passaram numa correria só: era preciso fechar os detalhes, organizar as coisas aqui de casa, divulgar minha ida, fazer as malas (vazias, claro, pra encher de livros), preparar uma lista do que visitar e me dar uns beliscões de vez em quando.

Leia Mais


Precisamos conversar uma última vez sobre Vaelin Al Sorna

* Bora ser fangirl/fanboy uma última vez? *

O texto a seguir contém spoilers de: A Rainha do Fogo. Depois não diga que eu não te avisei…

Fonte: Pinterest – Reprodução

Finalizar uma trilogia, do ponto de vista do autor, é sempre uma coisa complicada. Cada volume precisa ter sua própria cadência, com começo, meio e fim. Não dá pra simplesmente cortar o texto numa parte aleatória e mandar pra gráfica.

Isso significa que as coisas não serão lineares, você vai ter de criar uma montanha-russa progressiva e lidar com as expectativas do leitor. O primeiro livro é o início da aventura, onde todo mundo coloca os cintos, se acostuma com o movimento e experimenta os primeiros sacodes. É um livro ascendente que forma seu próprio clímax. Já o segundo livro esfria e prepara para a próxima subida. Ele precisa criar fôlego e tensão, tendo que terminar no exato momento em que o carrinho se prepara pra cair. E o terceiro…bem, o terceiro tem que ser a descida mais incrível da montanha-russa, com reviravoltas e chacoalhadas o suficiente para te fazer pensar “isso sim que é adrenalina”. E, claro, o terceiro livro precisa te trazer de volta à estação em segurança: precisa te dar um final, um desfecho.

Leia Mais


A Canção dos Shenlongs e as Novelas que Deram Certo

O texto a seguir contém spoilers de: A Canção dos Shenlongs. Depois não diga que eu não te avisei…

Fonte: Tumblr – Reprodução

Boa parte da vida de blogueira literária pode ser resumida a gerenciar uma pilha exponencial de livros não lidos (não que eu esteja reclamando, claro). Admiro muito quem consegue ficar alinhadinho aos cronogramas, lendo um livro na semana de lançamento e tal, mas… esse não é o meu ritmo.

Fazia tempo que A Canção dos Shenlongs, obra de fantasia escrita pelo Diogo Andrade, habitava as profundezas do Kindle que carrego na bolsa. Aguardava por um momento oportuno, que finalmente veio: atolada com o mestrado, precisei de uma história rapidinha, que desse pra ler numa única sentada no domingo à noite. E foi assim que me deparei com Mu, protagonista e narrador desta aventura.

Leia Mais


E esse tal de New Weird? Relato de uma leitora de fantasia

Desde que mundo é mundo o ser humano se esforça para colocar as coisas em suas respectivas caixinhas. Classificar está em nosso sangue. Gostamos de ter controle sobre o que algo é e também sobre o que ele não é, a fim de criar um sentimento de segurança e previsibilidade confortável.

Porém, às vezes as coisas não se acomodam tão bem em suas caixinhas. Às vezes você vai ter que sentar em cima dela para conseguir puxar o zíper, ou então deixar uma manga pra fora e seguir a vida fingindo que nada aconteceu.

Fonte: Amazon UK – Reprodução

A arte (e no nosso caso aqui, a Literatura), em seu caráter subjetivo e dependente de contexto, é uma dessas coisas difíceis de classificar.

Leia Mais