A Liga da Lei: um novo começo para uma velha história

Se você acompanha minimamente este blog, já deve ter ouvido falar, graças aos meus ataques de fangirl, que Mistborn voltou. Digo mais, voltou em grande estilo: novos cenários, novos personagens e um box lindão lançado durante a última CCXP. E como Sanderson costuma receber prioridade alta na minha lista de leituras, acabei devorando A Liga da Lei em três dias.

Fonte: Marc Simonetti – Reprodução

Inclusive, essa foi uma das primeiras vezes que li um livro logo em seguida a seu lançamento: chega estou estranhando não ser a retardatária, poder participar de leituras coletivas e esse tipo de coisa… Enfim, como sei que muita gente ainda não teve oportunidade de ler o primeiro volume, estou dividindo este post em duas partes, uma sem spoilers e outra com spoilers, assim todo mundo fica feliz. Pode continuar lendo tranquilamente que eu sinalizo quando as coisas começarem a ficar perigosas, tá bem?

Ok. Primeiro, vamos dar aquela atualizada geral no bonde. Vai que você nunca leu Mistborn ou vai que você é um leitor do Sanderson que passou os últimos meses preso numa caverna?

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Vamos todos parar e apreciar O Conto da Aia

Margaret Atwood é uma diva. Uma baita escritora. Um ícone. Chega dá um friozinho aqui na espinha ter a responsabilidade de escrever sobre ela hoje com palavras que, tenho certeza, não farão jus a 10% do que ela merece. Mas tudo bem, vamos tentar (o texto vai conter alguns spoilers, tá bem?)

Fonte: Quartz – Reprodução

Conheci Margaret Atwood primeiro por seu nome, por sua fama e por suas maravilhosas entrevistas. E recentemente, com a estreia da adaptação para a tv, parece que o mundo inteiro não consegue falar sobre outra coisa que não O Conto da Aia. Pode-se dizer que Margaret “estourou de novo”, mostrando-se tão atual em seu romance distópico de 1985 quanto as notícias que vemos nos jornais.

O Conto da Aia foi o último livro que li em 2017 e foi também aquele que me deixou com a maior ressaca literária do ano. Não por ter sido uma leitura densa ou arrastada, mas porque seu conteúdo é um belíssimo de um tapa na cara, daqueles doloridos porém necessários e que te fazem acordar pra vida (não que eu esteja recomendando que você leve um tapa literal na cara, obviamente). E, pra mim, quando um autor ou autora consegue, através de palavras impressas, tocar tão a fundo pessoas distantes no tempo e espaço, é como se este operasse um pequeno milagre.

O Conto da Aia é um daqueles livros que vou levar pra vida, que ficará marcado em mim como uma tatuagem e, sei bem, me virá à mente vez ou outra, servindo como paralelo para diversas situações do cotidiano. Precisei de dias para digeri-lo, para absorver tudo o que eu havia lido, para internalizar as sensações e começar a escrever essa resenha.

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Retrospectiva TBS – 2017

Uma retrospectiva pra lá de significativa.

Fonte: Eventbrite – Reprodução

2017 foi um daqueles anos coletivamente complicados. Não teve quem não sentisse o baque, o tranco. No mínimo uma lombada. Tive muitas lombadas esse ano. E talvez por isso, por ter batalhado o dobro em cada um desses 365 dias pra compensar os azares do acaso, o ano tenha se mostrado tão marcante.

Li certa vez, num artigo sobre marketing digital, que o tempo de vida de 90% dos blogs criados é de mais ou menos três anos. Muitos acabam bem antes, claro, mas existe uma espécie de barreira simbólica: quem passa dos três anos, veio pra ficar. Virou projeto de vida, virou hábito, mania e necessidade. Começa a rolar retorno, a coisa se profissionaliza, novos horizontes surgem.

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Estive na #CCXP 2017 e foi épico!

Ei, tá a fim de ganhar um box  Mistborn – Segunda Era?
Pergunte-me como! É só continuar lendo que eu já te explico ;D

Fonte: InstaCinéfilos – Reprodução

Tudo começou com uma mensagem que quase me fez cair da cadeira. Corre aqui, gente, que eu não tô acreditando.

Do momento em que a LeYa Brasil me convidou para a CCXP até o momento em que pisei no avião, os dias passaram numa correria só: era preciso fechar os detalhes, organizar as coisas aqui de casa, divulgar minha ida, fazer as malas (vazias, claro, pra encher de livros), preparar uma lista do que visitar e me dar uns beliscões de vez em quando.

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