O Principe de Westeros: por que amamos o bom canalha?

Andei tentando desenferrujar minha escrita essa semana, trabalhando em algumas ideias aqui e ali. E nessa vibe de criar enredos curtos, achei que seria uma boa ideia dar uma olhada no Príncipe de Westeros e Outras Histórias, a coletânea de contos organizada pelo George Martin e cuja leitura eu andava postergando.

Imaginei que o livro poderia me ajudar a extrair uma espécie de fórmula mágica sobre como escrever um bom conto. Ou ao menos, sobre que tipo de coisa é responsável por fazer de um conto um bom conto. Mas não foi bem isso que eu encontrei.

Fonte: chasestone.deviantart.com - Reprodução

Daemon Targaryen oferece sua coroa. Fonte: chasestone.deviantart.com – Reprodução

Não é que eu não tenha dado de cara com textos de qualidade, pelo contrário, mas O Príncipe de Westeros é uma obra tão diversa que a única conclusão a que cheguei foi a de que todas as regras podem (e devem) ser quebradas de vez em quando.

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Quando começar e quando terminar um capítulo?

Eis a questão.

Fonte: keybridgemed.com - Reprodução

Fonte: keybridgemed.com – Reprodução

Zapeando pelos grupos de autores independentes no Facebook (esse mar de inspiração para posts), vira e mexe escuto essa pergunta. Ou a sua variação mais comum, a “de que tamanho deve ser um capítulo?”.

E embora pareça frustrante ter de dizer isso, acho que a resposta mais sincera que posso oferecer é: eu não sei, ninguém sabe.

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Sobre livros gratuitos, pirataria e a ponta do iceberg

À exemplo do que fiz no post sobre como o Wattpad está influenciando a vida dos autores independentes, vou começar esse texto com uma declaração bem franca: não sou uma autora renomada e nem consigo pagar minhas contas vendendo histórias. Ainda.

(Note que esse “ainda” é puramente uma questão de otimismo. Na base da fé.)

Portanto, tudo o que eu disser a seguir é baseado somente em minhas vivências, percepções ou relatos que encontrei por essas estradas de meu Deus. Possivelmente estarei errada em alguns pontos, e certamente você tem o direito de discordar. Não há garantias de que essa estratégia funcione em todos os cenários, não tenho embasamento científico ou profissional para tanto. Mas acho que sempre vale a pena conhecer um ponto de vista, certo?

Fonte: usborne.com - Reprodução

Fonte: usborne.com – Reprodução

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Guest Post: Dias da Meia-Noite com o Leandro do Drunkwookie

(O texto de hoje é especial. Numa colaboração pra lá de bem vinda, o Leandro topou fazer um guest post para o TBS. Para quem não conhece, ele é o responsável por trazer o Drunkwookie à vida, é quase um padrinho do blog, é fã incondicional do Neil Gaiman e tem uma vasta experiência com quadrinhos. Quem mais eu poderia trazer para falar sobre Dias da Meia-Noite? ¯\_(ツ)_/¯)

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Fonte: Drunkwookie – Reprodução

Me admiro ao ver como as coisas são… Há alguns anos eu criava o Drunkwookie. Um blog criado única e exclusivamente para falar sobre o final de A Dança dos Dragões. Não imaginei que escreveria mais de três ou quatro posts.

Mas a coisa foi ficando seria, eu fui me empolgando e escrevendo sobre assuntos que amo. E olha só, hoje estou escrevendo posts para um outro blog. Um blog que tive o prazer de acompanhar desde sua criação e que é um dos meus favoritos.

Não me recordo se o convite surgiu da Fernanda, ou se eu me convidei para escrever para o Bookworm. De qualquer forma, aqui estou!

Os leitores do Drunkwookie sabem o quanto sou fã de Neil Gaiman e o quanto esse escritor britânico me inspirou, em vários aspectos da minha vida. Se hoje escrevo, Neil Gaiman tem sua parcela de culpa.

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